Tem também um fórum no site aonde ele explica qual foi a técnica usada por ele para dar o movimento de camera de algumas cenas, inclusive a da estrada. Realmente espetacular.
Revi ontem de madrugada o filme Network, dirigido por Sidney Lumet. É um clássico, não só pelo roteiro como pela direção de arte, fotografia, direção de cena… pra quem já viu, é filme pra ver mais de uma vez. Pra quem nunca viu, aqui vai o trailer resgatado do filme. Algumas cenas deste video estão bem escuras, mas já dá pra sentir um pouco do clima.
Foi isso que li numa manhã a caminho de uma filmagem complicada de um comercial que estávamos preparando há semanas. A frase veio num SMS, de madrugada, e quem a escreveu foi uma prima minha que estava trabalhando na produção do comercial. Fiquei apavorado, até lembrar que o filme era o primeiro trabalho em cinema da minha prima e que, muito provavelmente, ela, que vinha de um histórico de teatro, estava apenas desejando boa sorte para mim.
Liguei pra ela e confirmei minha teoria.
Tudo isso foi pra dizer que meu amigo Marcus Baldini começou a rodar o filme inspirado na história da Bruna Surfistinha hoje.
Sergio Rezende e Mariza Leão são responsáveis por um filme que é peça fundamental da minha memória afetiva cinematográfica e da minha vontade de fazer cinema: O Homem da Capa Preta.
Achei esta entrevista com os dois sobre o filme e resolvi postar aqui.
Zé Wilker e Marieta Severo estão brilhantes neste filme.
Filme extremamente bonito do diretor sueco Roy Andersson. São várias vinhetas filmadas com camera parada e quase sem corte que as vezes se relacionam, outras não. Pra dizer a verdade, acho que tem dois travellings no filme inteiro e só. Vale muito a pena pela beleza dos planos. Na verdade, a sensação que tive era a de ter ido a uma galeria de arte e não a um cinema, com todas as boas e más implicações que isso tem. Este é o quarto longa deste diretor, famoso no meio publicitário e, segundo Paulo Machline e Lourenço Mutarelli, que foram assistir à película comigo, parece ser o mais “pop” dele. Irei assistir ao anterior, “Canções do Segundo Andar”, pra, pasmen, confirmar o que eles dizem.